03/09/2011
Brasília – Recém-formados em medicina que trabalharem em municípios em situação de extrema pobreza ou na periferia das grandes cidades vão ganhar até 20% de pontos extras na nota final das provas de residência. Essa é mais uma estratégia do governo federal para atrair os médicos para regiões do país onde há carência de profissionais da área de saúde.
O bônus faz parte do Programa de Valorização dos Profissionais na Atenção Básica, elaborado pelos ministérios da Saúde e da Educação. A partir de fevereiro de 2012, serão abertas 2 mil vagas no programa.
Para receber 20% de pontos extras, o residente precisa ficar dois anos no programa. Quem trabalhar por um ano, terá direito à metade dos bônus. Os pontos extras já valerão para os exames aplicados em novembro de 2012.
Até o final do ano, sairá a lista com os municípios participantes do programa. O Conselho Nacional de Residência Médica vai divulgar os índices de pontuação.
Os recém-formados serão acompanhados por um tutor de uma instituição de ensino. Eles terão assistência dos núcleos do programa Telessaúde, que oferece educação na área de saúde a distância.
Na semana passada, o Ministério da Saúde divulgou a lista dos mais de 2 mil municípios pobres em que médicos que tiveram a faculdade custeada por meio do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies) poderão trabalhar para abater a dívida.
fonte:Ag. Brasil
domingo, 4 de setembro de 2011
Grito dos Excluídos defenderá este ano vida humana e a natureza
01/09/2011
fonte:Agencia Brasil
São Paulo – A 17ª edição do Gritos dos Excluídos, programada para ocorrer de hoje (1º) a 7 de setembro, terá como tema a defesa da vida humana e da natureza. Com o lema "Pela Vida Grita Terra... Por Direitos, Todos Nós", movimentos sociais e pastorais sociais promovem em todo o país manifestações contra as drogas, pela a reforma política, e contra a corrupção, entre outros assuntos. Na cidade de Aparecida, no Dia da Independência (7), ocorrerá a maior manifestação, que será feita junto com a Romaria dos Trabalhadores.
“O formato do grito é aberto, não vai se reger apenas pela pauta principal. Vamos pulverizar as atividades”, disse Ari Alberti, coordenador nacional do Grito dos Excluídos. Nesta edição, os organizadores pretendem também levar as atividades do evento para a periferia das cidades. “Na periferia é possível construir o ato junto com as pessoas, que se sentem atraídas e se sentem protagonistas das atividades. O grito ajuda a levar formação e informação para essas pessoas”, completou.
O Grito dos Excluídos é organizado pela Pastoral Social da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), pela Comissão Pastora da Terra (CPT), por diversos movimentos sociais, como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Movimento dos Ameaçados por Barragens (Moab), pelo Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo e pela Campanha Jubileu Brasil.
fonte:Agencia Brasil
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Aborto: Dignidade ou Autonômia da mulher?
Nessa última eleição tem se debatido muito o direito de reprodução e sexualidade da mulher. Mas
isso foi colocado como o direito de abortar pela sociedade. O aborto como princípío de dignidade e de autonomia é uma das principais defesas colocadas pelos ativistas.
O princípio de autonomia, diz em respeito a liberdade individual. Diferentemente de independência, liberdade é limitada pela constituição. Garantir a autonomia seria de direito privado. Mas a medida que a autonomia vai se ampliando, a Nação ganha mais força devido as maiores possibilidades de escolhas, no entanto,o Estado vai se estreitando para poucos com mínimos poderes constitucionais. Essa estreitação pode ser visto na desigualdade social, onde a população de baixa renda ficaria mais vulnerável. Quando legalizado o aborto, a autonomia será garantida por lei e o direito de reprodução feminina respeitado. Mas isso não significará que os direitos de sexualidade da mulher também serão respeitados.
A dignidade pode ser confundida com a autonomia, a medida que você cobra sua independência. Mas a dignidade é um conjunto de direitos que visa a participação popular em seus espaços institucionais. A Educação, Saúde, Segurança Pública etc,são os nossos maiores problemas por falta de investimentos.
Garantir a legalização do aborto, não significará uma melhora na dignidade humana. Essa visão malthusiana, causou uma interpretação errônea de dignidade humana. Dizer que os estoques estão acabando pela contigência populacional, seria ignorar que esses estoques estão nas mãos de poucos.
Não respeitar a dignidade humana e sua autonômia, seria o mesmo que tentar manter a ordem sem nenhuma constituição vigorada. Garantir o direito de sexualidade e de reprodução é mais importante que legalizar o aborto, dando várias opções de tratamento, tanto medicamentosa com social, a gestante.
william silva vieira
isso foi colocado como o direito de abortar pela sociedade. O aborto como princípío de dignidade e de autonomia é uma das principais defesas colocadas pelos ativistas.
O princípio de autonomia, diz em respeito a liberdade individual. Diferentemente de independência, liberdade é limitada pela constituição. Garantir a autonomia seria de direito privado. Mas a medida que a autonomia vai se ampliando, a Nação ganha mais força devido as maiores possibilidades de escolhas, no entanto,o Estado vai se estreitando para poucos com mínimos poderes constitucionais. Essa estreitação pode ser visto na desigualdade social, onde a população de baixa renda ficaria mais vulnerável. Quando legalizado o aborto, a autonomia será garantida por lei e o direito de reprodução feminina respeitado. Mas isso não significará que os direitos de sexualidade da mulher também serão respeitados.
A dignidade pode ser confundida com a autonomia, a medida que você cobra sua independência. Mas a dignidade é um conjunto de direitos que visa a participação popular em seus espaços institucionais. A Educação, Saúde, Segurança Pública etc,são os nossos maiores problemas por falta de investimentos.
Garantir a legalização do aborto, não significará uma melhora na dignidade humana. Essa visão malthusiana, causou uma interpretação errônea de dignidade humana. Dizer que os estoques estão acabando pela contigência populacional, seria ignorar que esses estoques estão nas mãos de poucos.
Não respeitar a dignidade humana e sua autonômia, seria o mesmo que tentar manter a ordem sem nenhuma constituição vigorada. Garantir o direito de sexualidade e de reprodução é mais importante que legalizar o aborto, dando várias opções de tratamento, tanto medicamentosa com social, a gestante.
william silva vieira
Governo quer formar mais médicos e interiorizar profissão.
Ao participar da aula inaugural do curso de Medicina do campus Garanhuns, da Universidade Federal de Pernambuco, a presidente Dilma Rousseff disse nesta terça-feira que o governo quer formar mais 4,5 mil médicos a cada ano e interiorizar a profissão no País. Dilma encomendou aos ministérios da Educação e da Saúde um “plano nacional de educação médica” a ser apresentado até outubro.
O objetivo da medida, de acordo com ela, é suprir a falta de médicos, principalmente no interior. “Eu determinei ao Ministério da Educação e ao Ministério da Saúde que juntos preparem um plano nacional de educação médica a ser lançado até outubro. O nosso objetivo é aumentar em 4,5 mil o número de médicos formados ao ano e também interiorizar os cursos de Medicina, mantendo um elevado padrão de qualidade”, disse.
De acordo com Dilma, a falta de médicos é um dos principais obstáculos para melhorar os serviços de saúde pública. “Uma das dificuldades para melhorar a saúde pública no Brasil é o insuficiente número de médicos e sua má distribuição sobre o território nacional. Hoje, o Nordeste tem 28% da população brasileira e apenas 17% dos médicos. Em todo Brasil, temos falta de médicos e isso fica mais agudo ainda nas cidades do interior e nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste. Não que nas outras regiões não faltem médicos, é que nessas regiões que eu citei faltam mais médicos.”
Segundo a presidente, um dos pontos do plano é o incentivo para os estudantes que optarem por estudar e trabalhar no interior. “Os estudantes e os médicos que se interessarem pelas demandas do Sistema Único de Saúde (SUS), vale dizer, pelas demandas de saúde do povo brasileiro, terão vantagens. Terão descontos quando utilizarem o Fundo de Financiamento do Ensino Superior (Fies). Terão também melhor acesso a uma pontuação em residência quando optarem também por satisfazer as demandas do SUS. Eu asseguro a vocês que, certamente, não ficarão sem trabalho”, disse, dirigindo-se aos primeiros alunos de Medicina da universidade.
Dilma chamou os alunos de Medicina de “desbravadores” e disse que eles escolheram a profissão certa. Fazendo referência ao fato de Garanhuns contar com um campus universitário, a mandatária lembrou o acerto da iniciativa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que o instalou em sua cidade natal. Embora não tenha tido oportunidade de estudar, o ex-presidente sabia da importância do ensino, segundo ela
fonte: Simepe.
Reunião: Direções do Cremepe e Unimed debatem Código Médico
Foto: Isabela Alves
As direções do Cremepe e da Unimed Recife reuniram-se na tarde dessa quarta-feira (31/08), na sede do Conselho, para tratar das mudanças no Código de Ética Médica, em vigor desde 2010. Um dos temas mais debatidos foi a importância de se obter o consentimento do paciente ou de seu representante legal antes de qualquer procedimento.
A nova redação do artigo 22 do Código proíbe o médico de "deixar de obter consentimento do paciente ou de seu representante legal após esclarecê-lo sobre o procedimento a ser realizado, salvo em caso de risco iminente de morte".
Participaram do encontro a presidente do Cremepe, Helena Carneiro Leão, o vice-presidente, José Carlos de Alencar, o secretáro-geral, Luiz Domingues, a presidente da Unimed, Maria de Lourdes de Araújo, e os diretores dos hospitais Unimed Recife 1 e 2
fonte:Cremepe
Ideli descarta possibilidade de legalizar jogos para financiar saúde
Brasília - O governo descarta qualquer possibilidade de buscar mais recursos para investimento em saúde pública pela legalização de jogos no país. A informação é da ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, que acredita em uma solução, até o dia 28 de setembro, para que a Câmara tenha condições de votar a regulamentação da chamada Emenda 29. A medida estabelece percentuais mínimos para investimento em saúde pública pela União, estados e municípios.
Com exceção do PT, os demais partidos da base discutem, como forma de financiamento para a saúde, propostas como a utilização de recursos de royalties do pré-sal, o aumento da alíquota do seguro obrigatório de danos pessoais por veículos automotores de via terrestre, o DPVAT, ou ainda taxações extras para bebidas e cigarros. Para custear a saúde, a base admite até a legalização de alguns jogos no Brasil, com a destinação das taxações sobre bingos e outros jogos.
“O Congresso tem que avaliar questões que possam contribuir com novos recursos para a saúde. Agora, da parte do governo não há qualquer apoio a questão de jogos”, disse Ideli Salvatti. Ela destacou ainda que o debate sobre como captar mais recursos para a saúde se restrinja “única e exclusivamente” à votação do destaque que retira a base de cálculo da Contribuição Social para a Saúde (CSS).
Apresentado pela oposição, o destaque uma vez aprovado impediria na prática a cobrança da CSS. A ministra acrescentou que qualquer medida a ser adotada terá que estar adequada ao momento da crise econômica internacional, que reflete também na economia brasileira.
Ideli Salvatti ressaltou que na reunião de ontem (31) com as lideranças governistas da Câmara e do Senado, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, mostrou claramente que o projeto da forma como está posto não permite o aumento de investimentos no setor mas, ao contrário, reduz uma vez que parte dos valores serão repassados ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
fonte:Agencia Brasil
Projeto de lei orçamentária prevê crescimento de R$ 8 bi para o MEC em 2012
Brasília – O orçamento do Ministério da Educação (MEC) poderá crescer R$ 8,5 bilhões de acordo com o Projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2012 apresentado ontem pelo governo federal. As previsões de investimento para o próximo ano ainda precisam ser aprovadas pelo Congresso Nacional. Segundo o Ministério do Planejamento, o orçamento do MEC em 2011 foi R$ 63,7 bilhões, aprovados pela LOA. Para 2012, o valor previsto no projeto de lei é R$ 72,2 bilhões.
Autarquias do MEC responsáveis por importantes programas da pasta terão mais recursos em 2012. O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), que administra os programas de distribuição de livros didáticos, apoio à merenda e ao transporte escolar, terá um aumento de R$ 6 bilhões. Uma das principais ações do FNDE até 2012 será a construção de creches prevista na segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) – são previstos 1,5 mil convênios com os municípios para construção das unidades de ensino por ano.
Já para o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), que no ano que vem irá aplicar duas edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a previsão é de R$ 216 milhões a mais no orçamento. A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) tem R$ 3,5 bilhões previstos – R$ 415 milhões a mais do que em 2011. A principal ação da Capes para os próximos anos é o programa Ciência Sem Fronteira que pretende levar 75 mil estudantes brasileiros para estudar no exterior até 2014.
O MEC, entretanto, trabalha com valores diferentes do que os divulgados pelo Planejamento: a dotação orçamentária autorizada até o mês de agosto, segundo a pasta, foi R$ 73,9 bilhões e o total para 2012 pode chegar a R$ 82 bilhões incluindo outros programas e ações que não entram na LOA.
fonte: Agencia Brasil
Autarquias do MEC responsáveis por importantes programas da pasta terão mais recursos em 2012. O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), que administra os programas de distribuição de livros didáticos, apoio à merenda e ao transporte escolar, terá um aumento de R$ 6 bilhões. Uma das principais ações do FNDE até 2012 será a construção de creches prevista na segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) – são previstos 1,5 mil convênios com os municípios para construção das unidades de ensino por ano.
Já para o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), que no ano que vem irá aplicar duas edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a previsão é de R$ 216 milhões a mais no orçamento. A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) tem R$ 3,5 bilhões previstos – R$ 415 milhões a mais do que em 2011. A principal ação da Capes para os próximos anos é o programa Ciência Sem Fronteira que pretende levar 75 mil estudantes brasileiros para estudar no exterior até 2014.
O MEC, entretanto, trabalha com valores diferentes do que os divulgados pelo Planejamento: a dotação orçamentária autorizada até o mês de agosto, segundo a pasta, foi R$ 73,9 bilhões e o total para 2012 pode chegar a R$ 82 bilhões incluindo outros programas e ações que não entram na LOA.
fonte: Agencia Brasil
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