quinta-feira, 11 de abril de 2013

Movimento reúne mais de 1,2 milhão de assinaturas em defesa dos 10% do PIB para saúde


O Movimento Nacional em Defesa da Saúde Pública, o Saúde+10, em parceria com mais de 70 entidades, conseguiu reunir 1 milhão 250 mil assinaturas em defesa do projeto de elevar o investimento em saúde pública a 10% do Produto Interno Bruto (PIB). São esperadas 1,5 milhão de assinaturas de apoio à proposta. A informação foi dada hoje (10), dia em que o movimento promoveu uma manifestação na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, para chamar a atenção para a causa.
Segundo o coordenador do Movimento Saúde+10, Ronald Ferreira dos Santos, o objetivo da marcha é “defender o Sistema Único de Saúde [SUS], por meio de projeto de lei de iniciativa popular, para garantir 10% das receitas correntes brutas para a saúde”.
De acordo com Santos, cerca de 1,5 mil pessoas participaram da manifestação. Já a Polícia Militar estimou que 500 pessoas estiveram na esplanada em prol da causa. “Aqui, tem atores com os mais diferentes interesses. Essa proposta conseguiu unificar diversas entidades em um proposta única: os 10%”, disse o coordenador.
Ivone Evangelista Cabral, presidente da Associação Brasileira de Enfermagem (Aben), que esteve ontem (9) na esplanada para lutar pela aprovação do projeto que estipula a jornada da categoria em 30 horas semanais, voltou nesta quarta para, em frente ao Congresso Nacional, “reforçar a tese de que o Brasil precisa de 10% do PIB aplicado à saúde porque isso é um direito do cidadão”.
Para a integrante da diretoria do Conselho Federal de Psicologia (CFP), Monalisa Barros, o conselho, junto com outras entidades nacionais, reivindicam verbas suficientes para atender à sociedade brasileira. “O SUS já promoveu uma grande modificação na saúde brasileira, mas está sempre pela metade”. Quanto à psicologia, Monalisa Barros disse que “a gente defende que a saúde mental seja ofertada de forma integral, no âmbito da assistência e no âmbito da saúde e não no âmbito judicial”.
Segundo o vice-presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Aloísio Tibiriçá, as entidades terão mais 30 dias para recolher o restante das assinaturas. “Acreditamos que, em breve, viremos ao Congresso trazer mais de 2 milhões de assinaturas do povo brasileiro para melhor financiamento da saúde”.

Fonte: Agencia Brasil

Apóio a República Democrática Popular da Coreia, a Coréia do Norte!


Após a 2ª Guerra Mundial (1939-1945) as Coréias foram divididas, o qual a Coréia do Norte ficou com a URSS e a do Sul com os EUA, começaram a surgir várias lutas pela sua unificação. "Sabíamos que de forma pacífica não haveria unificação!". Então surgiu a 1ª Guerra entre as Coréias (1949-1953) com o período de trégua e não de paz. De lá pra cá a CS investiu em tanques e táticas de Guerra, enquanto a CN, em armas nucleares.

Com o fim da URSS, a Coréia do Norte (República Democrática Popular da Coreia) começou a passar por várias pressões dos EUA, Japão e Tigres asiáticos com o propósito de abrir sua economia, como a CN não abriu, começaram a fechar as relações de mercado,assim como Cuba.

Por isso, dificilmente se pensará em união pacífica entre um país que viu sua economia crescer pelo capital e entre um país que teve que investir em armas para poder vê sua população crescer socialmente. "Só uma guerra sagrada e justa permitirá pôr fim às provocações dos militaristas americanos e sul-coreanos" diz Pyongyang.

Atualmente a situação está pacífica, até porque, hoje(11) se comemora o primeiro aniversário da chegada ao poder do atual líder Kim Jong-un, diz o jornal Rodong Sinmun, órgão central do Partido do Trabalho da Coreia. “A eleição de Kim Jong-um como primeiro-secretário foi um grande evento político” e um passo a mais para “consolidar o partido e construir uma nação poderosa”, diz o editorial. O editorial ressalta ainda o sentimento de “orgulho nacional e patriotismo” do povo coreano, que é chamado a fazer “a inovação contínua em todas as atividades, particularmente na indústria leve e na agricultura, os dois alvos principais na construção do poder econômico”, além de assinalar os esforços que devem ser feitos pela “melhoria radical nos padrões de vida da população”. Além disso, a emissora estatal de televisão, a KCNTV, mostrou um documentário de Kim Jong-un em vários eventos no último ano. Em uma das imagens, ele aparece observando com binóculo uma área que indica ser a fronteira com a Coreia do Sul.

Não achem que sou a favor da Guerra, mas percebam, caros leitores, que sou a favor da CN. Vamos olhar com um olhar crítico ao que as mídias colocam, não existe Dualismo provocado por Deus e o Diabo, mas existem interesses provocados pelos homens. É isso que o "Tio Sam" quer. Que diga o interesse pelos nossos barris de Petróleo. Assim como fizeram com a CN, fizeram com o Brasil, Argentina, Venezuela e, agora, Equador. A Coréia do Norte não está provocando a Guerra, ela simplesmente está se defendendo.

                                                                          william silva vieira

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Comissão de Educação do Senado aprova projeto que muda normas para eleição de reitores


A Comissão de Educação do Senado (CE) aprovou ontem (2) projeto de lei que estabelece a participação dos docentes, alunos e servidores, além da sociedade civil na eleição dos reitores e dirigentes da universidades públicas. O texto é um substitutivo ao Projeto de Lei do Senado (PLS) 147/2004, já aprovado na Câmara, e ainda precisa passar pelo plenário da Casa.
O projeto prevê que “o órgão colegiado deliberativo superior das universidades públicas será constituído de forma democrática com dois terços dos assentos ocupados por membros da comunidade acadêmica e um terço por representantes da sociedade civil local e regional, segundo critérios definidos em cada sistema de ensino”.
Além disso, o PLS também determina que os docentes ocuparão 70% dos assentos nos órgãos colegiados e comissões que tratem de reformas estatutárias e regimentais, além da escolha dos dirigentes.
Como a matéria já foi aprovada uma vez no Senado e depois na Câmara, o plenário do Senado será agora a última instância por onde ela passará. Se for aprovado no plenário, ele seguirá para sanção presidencial.

Fonte: Agência Brasil

Governo insiste em falta de médicos no país


O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, voltou a afirmar hoje (3) que faltam médicos no país. Segundo ele, a taxa de profissionais para cada mil habitantes, no Brasil, chega a 1,8. Na Argentina, esse índice é 3,2; em Portugal, 3,9 e na Espanha, 4.
Ontem (2), entidades médicas rebateram o argumento sustentado pelo governo de que faltam profissionais da área no país. Durante ato no Congresso Nacional, eles cobraram o que chamam de política de interiorização da saúde pública para que haja uma redistribuição dos médicos já em atuação.
Hoje (3), durante audiência pública na Câmara dos Deputados, Padilha defendeu as medidas anunciadas pela pasta, em parceria com o Ministério da Educação, que incluem o estímulo à entrada, no sistema de saúde brasileiro, de médicos com formação no exterior e a abertura de vagas de cursos de medicina em locais onde há carência de profissionais.
“Não é verdade que não faltam médicos no Brasil”, disse. “O Brasil tem uma quantidade que está aquém de outros sistemas nacionais públicos”, ressaltou o ministro.
Segundo ele, 25,9% dos médicos que atendem a população norte-americana, por exemplo, não são formados nos Estados Unidos. Na Inglaterra, o índice chega a 37%; na Austrália, 22,8%; no Canadá, 17,9%; e no Brasil, 1,8%.
“Querer dizer que esse debate pode significar uma queda de qualidade não é compatível ao que acontece em outros países do mundo. Se queremos oferecer saúde pública universal gratuita, temos que ampliar o patamar de médicos e aumentar vagas.”
Padilha lembrou ainda que a expansão dos serviços de saúde brasileiros, nos últimos anos, possibilitou um mercado de contratação formal cada vez maior, mas que o número de profissionais formados não acompanhou a demanda.
Dados da pasta indicam que, de 2003 a 2011, o país formou 93 mil médicos. No mesmo período, foram 146,8 mil admissões de primeiro emprego na medicina.
“O Brasil tem poucos médicos e muito mal distribuídos. O Maranhão tem 0,6 médico por mil habitantes e Brasília tem 6. O número de vagas de medicina também é mal distribuído”, destacou.

Fonte: Agência Brasil

Novos direitos dos trabalhadores domésticos estão em vigor a partir de hoje


Entram em vigor hoje (3) as novas regras para os empregados domésticos previstas na Emenda Constitucional nº 72, publicada na edição desta quarta-feira do Diário Oficial da União. O texto estende os direitos gozados por todos os trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) aos empregados domésticos. Ontem (2), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 66/2102, a PEC das Domésticas, foi promulgada pelo presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL).
Até hoje, os trabalhadores domésticos tinham direito a salário mínimo, à irredutibilidade da remuneração, a décimo terceiro salário, repouso semanal remunerado, férias, à licença-maternidade e licença-paternidade, a aviso prévio, à aposentadoria e à Previdência Social.
Com os novos direitos incluídos no Artigo 7º da Constituição, esses trabalhadores terão garantia de jornada semanal de 44 horas, hora extra, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e de seguro-desemprego. Também deverão ser criadas normas específicas para a redução dos riscos de trabalho e reconhecimento de convenções e acordos coletivos.
Passam a ser proibidos, em relação aos empregados domésticos, a diferença de salários por motivos de sexo, idade, cor ou estado civil; a discriminação salarial ou de critérios de admissão de pessoas com deficiência; o trabalho noturno, perigoso ou insalubre a menores de 18 anos e qualquer tipo de trabalho doméstico a menores de 16 anos, exceto em condição de aprendiz.
Algumas dessas normas passam a valer imediatamente, outras ainda dependem de normatização. De acordo com o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, uma comissão do governo federal para regulamentar os pontos pendentes será criada até o final da semana.
A validade da emenda para os contratos já firmados entre empregados e empregadores é questionável,informou à Agência Brasil o constitucionalista e presidente da Comissão Nacional de Estudos Constitucionais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Valmir Pontes Filho. Ainda há incertezas sobre as mudanças tanto entre os trabalhadores quanto entre os patrões.
Ontem, foi cogitada a possibilidade de o Congresso discutir a criação de um Supersimples para domésticas. A ideia é criar um instrumento que possa facilitar a vida de empregadores e empregados, unificando os tributos da categoria.
Advogados trabalhistas orientam que ambos os lados tenham boa-fé e que elaborem documentos de suas relações profissionais, como contratos.
Fonte: Agência Brasil

Resposta ao DA de medicina da FCM-UPE!

Caro diretório acadêmico, 

Fazer uma reunião com dez ou menos estudantes representando mais de 900 alunos da FCM no DA, que leva o nome de uma das figuras mais ilustres e revolucionárias de nosso Estado - Josué de Castro, não é nada democrático, e sim autoritarista.
Dizer que o DCE não está pautando interesses comuns é dizer que a História de nossa luta sempre foi em defesa da minoria na sociedade que nada mais são do que detentoras de mais de 80% da riqueza nacional. É dizer também que o DCE Paulo Freire se escondeu durante a ditadura militar se negando a defender os interesses comuns.
Ora, Assistência Estudantil não é um interesse comum?
SERÁ QUE EDUARDO VESTINDO A CAMISA RESOLVE NOSSOS PROBLEMAS?
Fugir da luta é compromisso com a universidade, como diz a vossa gestão?
Só acho que um bando de calouro, dado como ignorantes(como vocês classificam), mostrou mais disposição e entendimento de lutar do que o DA!
Levaram muitos cartazes com várias "palavras de ordem", tendo até fala em nossa passeata!
Aí eu pergunto, por quê o DA correu da briga?
Será que ali, a quem o DCE mobilizou, estavam um bando de "vagabundo"?
Ou será que a mobilização do Cisam empolgou muita gente, sem sequer ter dado uma resposta aos estudantes até hoje?
Assim era classificado os estudantes de medicina de Garanhuns por vocês, quando fizeram greve estudantil, UM BANDO DE ANARCO!!
Quero salientar que com/sem vocês, o resultado foi positivo.
Como o DA não apoiou nosso movimento, não merecia discutir com o secretário Marcelino Granja os problemas da UPE.
Separatismo do movimento é uma atitude REACIONÁRIA!
INFELIZMENTE VOCÊS GANHARAM O DESAFETO DA ADUPE, SINDUPE, DCE, DA'S E CA'S PRESENTES!
PARABENS PRA VOCÊS, DESSE BOLO VOCÊS PERDERAM DE COMER!
Fomos dados como movimento maduro e deixamos nossa proposta diante dos olhos de Marcelino Granja, o qual considerou possível de realizar.
Sou estudante de medicina e meu DA PELEGO "não me representa"!
NOSSO INTERESSE É UNIFICAR TODOS OS DA'S PARA A MESMA CAUSA: REVOLUÇÃO NA UPE E NO BRASIL!

abraços, WILLIAM SILVA VIEIRA (11M)

DA de medicina: SOBRE A PARALIZAÇÃO DA UPE!!

O D.A de Medicina Josué de Castro comunica que não apoia o movimento de paralização estudantil proposto pelo DCE, deixando para os estudantes a decisão pessoal de aderir ou não ao movimento.A decisão foi tomada tendo em vista discordancias em relação ao modo como tal processo está sendo feito, ainda que possua pautas de interesse comum a todos os estudantes. Ficou claro para o diretório que tal projeto ainda percisa ser amadurecido e discutido mais profundamente não só pelas representações como pelo total corpo discente, para que haja maior clareza nas pautas a serem cobradas e uma maior efetividade numa eventual paralização.