terça-feira, 8 de novembro de 2011

O Relógio: O Tempo Andou Ou Foi a Vida que Parou?

"Imagine um relógio sem ponteiros?
Como será sua vida a partir daí?
Agora imagine um relógio sem números?
Como será sua vida a partir daí?
Agora imagine não existir relógio?"

Pois bem, a importância do relógio passou a ser fundamental quando o homem quis controlar seu tempo. Mas com o passar da história, o relógio passou a ser um atordoante social.

Quando se controla o tempo, passamos a impedir nossa liberdade. A liberdade é diferente de independência, já que ela impede os desejos através da vontade. Com isso passamos a nos aceitar numa sociedade burocrática e individualista.

A hipervalorização do mercado tem nos levados a trabalhar constantemente, sempre controlando o tempo da produção, ou seja, desde a hora de chegada até a hora de saída. Por outro lado, o desejo de consumir tem nos levado a trabalhar constantemente para ganhar muito.

Na Roma Antiga, o ciclo da vida ou de sua sorte, era dado através da Roda da Fortuna (deusa responsável pela distribuição dos bens materiais). A mesma imagem de um relógio antigo. Mas também os povos ameríndios usavam o relógio solar para controlar seu tempo. Sempre houve essa necessidade desde a antiguidade até os dias atuais.

Portanto, o relógio passa a ser uma necessidade, como controlador do tempo. Mas temos que ter a certeza de que esse tempo não está nos controlando, ou seja, impedindo nossa liberdade causando uma estabilização social. Para isso, é preciso ter atenção de onde estamos partindo e aonde queremos chegar.

                    William silva vieira

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Feminismo: Qual o “X” da Questão?

Desde a sua história em algumas civilizações, a mulher era colocada no abismo social. P. ex, em Atenas, a mulher era vista só como objeto de prazer. Isso também pode ser visto entre os judeus, cristãos e romanos. Já em Esparta, a mulher era respeitada. Diante da situação da mulher na sociedade, pode-se cogitar como solução, uma revolução cultural.
Diferentemente de uma revolução socialista, cujo princípio é a defesa do socialismo, a revolução cultural defende uma mudança no hábito cultural, também modificando a forma do Trabalho individual com uma construção coletiva, sendo feitas as discussões nas escolas e em outros espaços de aglomerados sociais. A nossa religião e a nossa linguagem são exemplos de machismo. A união entre um pronome no singular masculino e um no feminino, sempre dá um pronome no plural masculino. Ex, Ele + Ela = Eles. Deus, anjos e demônios passam a ser figuras cotidianas em nossa religião.

A Lei Maria da Penha mostra-se uma lei ordinária (regulamentadora da ordem) ineficiente. Imagens de mulheres espancadas por homens tornam-se rotina em nossa TV. Temos que dizer que a violência contra a mulher é universal, ou seja, não depende de classe social, e sim da desigualdade social não combatida por nossos governantes. Outro mal entendido é achar que defender a legalização do aborto modificará o hábito social, esquecendo que para isso é preciso defender uma descriminalização contra a sexualidade da mulher através de Emendas Constitucionais.

Um dado organizado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) mostra que, 48,8% das mulheres adultas têm alcançado pelo menos o nível de educação secundária, contra 46,3% dos homens e apenas 9,6% dos assentos do Congresso Nacional são ocupados por mulheres. Outro fator de desigualdade de gênero marcante no Brasil é a participação no mercado de trabalho: a taxa é 60,1% para as mulheres e 81,9% para os homens. Os resultados do Índice de Desigualdade de Gênero (IDG) deixam o Brasil na 80ª posição do ranking, atrás do Chile, da Argentina, do Peru, México, da Venezuela e até dos árabes como a Líbia, o Líbano e o Kuwait.

Um país que não toma conta de suas mulheres mostra incapacidade de organização social. A relação social passa a ser modificada através da estrutura de uma parte da organização por isso, a revolução cultural não só traria uma melhoria para a mulher, mas também para o homem. Defender a mulher no contexto social passa a ser tarefa de cada um de nós.





                                     William silva vieira


            

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Agência Nacional de Saúde Suplementar lança o Qualiss

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) está lançando um instrumento para avaliar o desempenho dos prestadores de serviços de saúde suplementar.

Resolução normativa dispondo sobre a implantação do mecanismo, denominado Programa de Monitoramento da Qualidade dos Prestadores de Serviços na Saúde Suplementar (Qualiss), foi publicada hoje (3) no Diário Oficial da União.

A nova norma vai permitir a avaliação de qualidade, segundo os padrões internacionais. Inicialmente, a medida estará focada nos hospitais, mas o objetivo é estendê-la a outros prestadores de serviços no setor.

De acordo com a ANS, tais indicadores de qualidade vão proporcionar aos estabelecimentos de saúde parâmetros claros de gestão, além de fornecer ao Poder Público e aos consumidores em geral elementos de apoio à tomada de decisão, com foco na qualidade do atendimento.

Segundo Bruno Sobral, diretor de Desenvolvimento Setorial da ANS, o consumidor poderá escolher melhor o seu plano de saúde, já que poderá avaliar a qualidade da rede associada a cada plano disponível no mercado, mudando o foco do preço para a qualidade do serviço prestado.

Para Sobral, as informações disponíveis sobre a qualidade dos hospitais ainda são muito escassas, e a nova resolução promoverá concorrência positiva.

Essa resolução ficou em consulta pública durante 30 dias e recebeu cerca de 145 contribuições da sociedade.

fonte: Agencia Brasil

Mídias sociais facilitam interação com alunos e podem ser instrumento pedagógico, defendem especialistas

Escolas precisam experimentar o uso das mídias sociais para aproximar o conteúdo pedagógico da realidade dos alunos, apontaram especialistas em educação que participaram hoje (3) de seminário sobre o tema, no Rio. Segundo eles, o ideal é testar várias tecnologias e ver qual se adapta às regras da escola e os recursos disponíveis aos alunos, aos professores e aos pais.

Ao apresentar casos bem sucedidos e problemas gerados pelo mau uso de redes sociais, o autor do livro Socialnomics: Como as Mídias Sociais Transformam o Jeito que Vivemos e Fazemos Negócios (na tradução livre), o norte-americano Erik Qualmn, disse que é preciso ousar na educação e não restringir as aulas ao método tradicional que se resume a palestras, sem interatividade.

"Precisamos prestar atenção nos alunos, ver com qual ferramenta ou equipamento eles estão mais familiarizados e dar o primeiro passo", disse Qualmn no seminário Conecta, organizado pelo Sesi/Senai. Ele sugeriu, por exemplo, que escolas passem deveres de casa que possam ser apresentados pelo Youtube e substituam livros pelos ipads – aparelhos que reúnem computador, video game, tocador de música e vídeo e leitor de livro digital.

"Em muitos lugares, existe o debate sobre o uso, pelas crianças, de telefones celulares", disse sobre a disseminação dos smartphones – celulares conectados à internet. "As escolas precisam checar ao que é melhor para si. Na [Universidade de] Harvard, o ipad é permitido em algumas aulas. Outras aulas são dadas da mesma forma há cem anos", acrescentou Qualmn, que também é professor de MBS da Hult International Bussiness, nos Estados Unidos .

Em uma escola pública do município de Hortolândia (SP), Edson Nascimento, professor de educação física, deu o primeiro passo na adoção de novas tecnologias como instrumento pedagógico. Ele criou um blog para divulgar o conteúdo das aulas e conquistou alunos até de outras escolas. Nascimento diz que o principal desafio para difundir a tecnologia na escola é convencer os demais professores a aceitá-la como um recurso educativo.

"Isso não é uma coisa tranquila, não temos adesão de 100% dos professores. Pessoas entendem que se migrarem para a tecnologia não vão mais saber dar aula. Apegam-se ao giz e à lousa como se isso lhes desse controle da turma. Mas os alunos acabam prestando atenção em outras mil coisas", disse Nascimento, que dá aulas para uma escola de 500 alunos de ensino médio e fundamental.

O professor americano Qualmn acrescentou que o próprio uso da internet pode estimular debates sobre a veracidade de conteúdos disponíveis na rede, além de incentivar a produção de conhecimento de forma colaborativa, como o que está disponível no Wikipedia, uma espécie de enciclopédia online aberta, que aceita contribuições de qualquer usuário.

Pedagoga de uma escola particular do Rio, que criou sua própria rede social, Patrícia Lins e Silva relatou que a ferramenta ofereceu "ganchos" para que a escola discutisse tópicos como o uso de "palavrões" e a superexposição de ídolos de adolescentes na rede.

fonte: Agencia Brasil

DIA NACIONAL DE PARALISAÇÃO E PROTESTO EM DEFESA DO SUS E CONTRA A PRIVATIZAÇÃO

Em Pernambuco, o movimento foi muito bom nas unidades públicas de saúde. E os médicos não estiveram sós. Aliados com os demais servidores da saúde reunidos na Frente PE em Defesa do SUS e contra a privatização, paralisaram as atividades eletivas em todas as regiões do estado.  Com a participação ativa de pacientes usuários. A manifestação uniu trabalhadores, usuários e movimentos sociais.
O foco do discurso foi o direito à saúde; a contradição entre o virtual e o real; a exigência da estruturação definitiva do SUS; o fim das filas de espera (com o mote: “Ou o SUS acaba com as filas de espera ou as filas vão continuar sequelando e matando os brasileiros”); e o acesso universal e integral DE FATO.
Para tanto, faz-se necessário: o aumento imediato dos recursos para a saúde, com a regulamentação da EC 29 no Senado com 10% do orçamento da União; valorização dos servidores públicos com contratação exclusiva através de concurso; carreira de estado e salários decentes; e profissionalização da gestão pública estatal.
Na capital, houve concentração para doação de sangue no Parque da Jaqueira e um ato público seguido de doação de sangue no HR – maior emergência médica do Nordeste. Nos demais hospitais da capital e nos hospitais regionais do interior, houve concentração na frente dos hospitais com explanação e fala dos usuários.
Na rede filantrópica conveniada ao SUS, em dissonância com a orientação dada pelas entidades nacionais dos hospitais e das santas casas, as Organizações Sociais (OS’s) em PE não participaram do protesto e da paralisação. O IMIP, cujo mandatário maior é o Secretário estadual de Saúde, Antonio Carlos Figueira  manteve as atividades rotineiras, demonstrando total desprezo ao movimento.
Conclusão: a cada dia cresce o movimento em defesa do SUS em Pernambuco. As reuniões da Frente Contra Privatização da Saúde/PE, se tornarão regulares e em dia fixo. Novos participantes estão chegando a cada encontro e tem se juntado ao grupo!
Nosso ânimo tem se renovado e não abandonaremos a defesa de nenhum dos pontos que norteiam nossa Frente. Novas ações estão sendo programadas e serão divulgadas em nosso mailing para todos.
Solicitamos a todos que dispõem de listas de emails de  companheiros que ainda não tem recebido nosso material, que nos enviem estas listas para que possamos acrescentá-las à nossa lista, ampliando nosso horizonte de contatos e nos dando a oportunidade de dialogar com cada vez mais cidadãos que estejam dispostos a se unirem a nós nessa luta nobre, justa e necessária em Defesa do SUS.


A coordenação


INFORMES – URGENTE!
I - DIA 17.11.11:  Conclusão da Conferência Estadual de Saúde (a “conferência interrompida”) – apreciação das propostas estaduais. No Clube Português, o dia inteiro. Já viram, não é? Reduziu-se o espaço.      Conclamos todos os integrantes da FrentePE a comparecerem.
II - E continua o processo de desmonte do Estado em Pernambuco:
1.     O Hospital Regional de Ouricuri foi entregue à Santa Casa há cerca de um ano; comenta-se que sua gestão, cheia de obras físicas (porque gostam tanto de obras? Porque se esquece sistematicamente de valorizar os servidores, ao contrário, põem-se nas costas dos trabalhadores a culpa por tudo de errado que é estimulado no serviço público?), está prestes a ser transferida ao IMIP.
2.     O Hospital Estadual Ermírio Coutinho, em Nazaré da Mata, acaba de ser entregue a organização social Maria Lucinda.
3.     Recordando a denúncia feita no Seminário PE em defesa do SUS e contra a privatização, o IMIP fechou seu setor de laboratório, demitindo 90 funcionários e terceirizando os serviços para um laboratório cujo controle acionário é de capital estrangeiro, o que é proibido por lei.
4.     HEMOPE: denunciam os servidores que o 5º andar foi inaugurado há anos, porém nunca funcionou. Agora, o governo de Pernambuco fechou o setor de transplante de medula óssea, e o secretário estadual de saúde anunciou a diáspora dos leitos: disse que os leitos seriam transferidos para as organizações sociais Hospital Português e Hospital de Câncer, além do Oswaldo Cruz; porém, comenta-se que os leitos devem ir mesmo é para o IMIP.
5.     Pouco a pouco,  ao arrepio da lei, sob a tirania do abuso de poder, contando com a conivência de muitos, a saúde estatal vai sendo transferida para o domínio privado. É o estado sendo aparelhado, subtraído, transferido para particulares.  É o interesse público sendo apropriado pelo privado. Até quando? Quem responderá por isso?
6.     Até quando?
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III – MAILING: se você quer que mais pessoas recebam informações e interajam com a FrentePE, envie para nós sua relação de emails. Seremos cada vez mais!

Visite a página da FrentePE – não demore, ela é sua:  www.frentecontraprivatizacaope.com.br

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Deputados criticam poder excessivo da Fifa na Lei Geral da Copa


Deputados criticaram na manhã de hoje o poder excessivo conferido à Fifa (Fédération Internacionale de Football Association) no projeto da Lei Geral da Copa do Mundo de 2014 (PL 2330/11, do Executivo). Os parlamentares se manifestaram durante audiência pública promovida pela comissão especial responsável pela análise da proposta.

O deputado Romário (PSB-RJ) disse que “a Fifa não pode mandar no nosso País”. Ele destacou que a entidade está marcada por denúncias e que o presidente do Comitê Organizador da Copa, Ricardo Teixeira, também é alvo de diversas denúncias de corrupção. Ele criticou dispositivo do projeto de lei que isenta a Fifa de responsabilidade por danos sofridos pelo consumidor em relação à sua segurança. Romário irá propor emenda estabelecendo a responsabilidade solidária da Fifa e do Poder Público.

“Não podemos permitir que se crie o Estado Fifa dentro do Estado brasileiro”, disse o deputado José Rocha (PR-BA). O parlamentar defendeu que sempre sejam oferecidos ingressos avulsos para o consumidor. Já a questão do consumo de bebida alcóolica dentro dos estádios, na visão de Rocha, pode ser discutida, estabelecendo-se, por exemplo, áreas específicas onde o consumo seja permitido. O deputado sugeriu, por fim, que o deputado Romário e que o ex-jogador Pelé fossem ouvidos pela comissão especial.

“Copa é um negócio”
Já o deputado Otávio Leite (PSDB-RJ) disse que a Copa é um “negócio” e que gostaria de saber qual é o orçamento da Copa do Mundo. “Qual é a cesta de ingredientes que compõem as receitas da Copa?”, questionou. “Precisamos, por exemplo, prever ingressos populares para o evento”, afirmou. Ele informou que formulará emenda nesse sentido. O secretário de Direito Econômico do Ministério da Justiça, Vinícius Marques de Carvalho, respondeu que não tem acesso a esse dado.

Para o deputado José Guimarães (PT-CE), a comissão especial deve evitar a “polarização” entre os favoráveis à Fifa e os contrários à Federação. “O melhor caminho é ouvir todos e extrair o que é melhor para o Brasil”, opinou. “Não podemos ter uma posição preconceituosa com a Lei Geral da Copa”, complementou. Segundo ele, é preciso combinar os direitos já inscritos nas leis brasileiras com a Lei Geral da Copa, fazendo as adaptações possíveis. “Teremos que criar excepcionalidades para os dias do evento”, opinou. “Não tenho a menor dúvida de que o Brasil não perderá sua soberania”.

“Nenhuma excepcionalidade justifica a restrição de direitos sociais”, respondeu o advogado do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) Guilherme Rosa Varella. “Defender a soberania é defender o respeito à legislação nacional”, defendeu.

fonte: UJS

Brasileiras têm os salários mais baixos da América do Sul

Mesmo com uma mulher na Presidência pela primeira vez em sua história, o Brasil ocupa a 82ª posição no ranking de desigualdade elaborado pelo World Economic Forum publicado nesta terça (1º/11), logo atrás de países como a Albânia, Gâmbia, Vietnã e República Dominicana.

A má colocação do Brasil, que está em último na América do Sul, se deve a um desempenho extremamente fraco na iniciativa para combater a desigualdade entre os sexos na economia e na política. Um dos problemas mais graves é a diferença salarial entre homens e mulheres que exercem o mesmo cargo.

"O Brasil é um dos piores países do mundo nesta questão salarial. As mulheres chegam a ganhar metade dos homens em alguns casos para trabalhar na mesma função", disse ao Estado Saadia Zahidi, pesquisadora do World Economic Forum responsável pelo levantamento.

Na política, mesmo com a eleição da presidente Dilma Rousseff no ano passado, o Brasil também tem uma performance que o coloca fora dos cem primeiros colocados. Segundo Zahidi, "faltam mulheres em posições ministeriais e acima de tudo no Parlamento".

O Brasil é o 103º e 111º colocado quando se leva em conta as mulheres em cargos ministeriais e parlamentares, respectivamente, em um desempenho considerado péssimo para um país com uma das maiores economia e democracias do mundo.

O World Economic Forum também adverte que faltam no Brasil mulheres em posições de liderança na iniciativa privada, ainda dominada pelos homens, de acordo com o levantamento.

Apesar de ter subido duas posições em relação ao mesmo ranking no ano passado, o Brasil manteve uma posição praticamente idêntica ao levantamento anterior. Mais grave, o país está bem distante da 67ª colocação de cinco anos atrás, quando teve a sua melhor performance.

Na América do Sul, Colômbia, Peru, Paraguai, Bolívia, Venezuela, Uruguai, Chile, Equador, Argentina estão à frente do Brasil. Os argentinos, com um desempenho incomparavelmente superior ao dos brasileiros, estão na 28° colocação.

Apesar da fraca performance para igualdade entre os sexos na economia e na política, o Brasil ocupa a primeira colocação no ranking na área da saúde, empatado com vários outros países. Na educação, os brasileiros também lideram quando se leva em conta a educação secundária, mas despencam para 105ª colocação na primária.

Fonte: Vermelho.